Microsoft para 3Com: "Você cometeu um erro fatal. Confiou em nós."
André Felipe Machado <andremachadoSPAMFILTER@techforce.com.br>
Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2006
Para fazer negócios (compra, venda de serviços) em software livre, um requisito intrínseco é a confiança mútua adequada.
Você pode ESCOLHER seu parceiro / fornecedor de negócios.
Gostaria de escapar de um parceiro que só ganha às suas custas?
A 3Com é uma empresa forte no mercado de equipamentos para redes. Faturou US$ 651 milhões em 2005 e está presente em 41 países.
Na década de 1980, a 3Com (que era maior do que é hoje) acreditou que poderia entrar no mercado de software para redes em uma parceria de negócios com a Microsoft.
Segundo o artigo , após o funesto acordo ter sido encerrado, Bob Metcalfe, fundador da 3Com contou que um executivo da Microsoft lhe resumiu: "Você cometeu um erro fatal: Confiou em nós."
Ao longo de toda história da Microsoft, ela prejudicou TODOS os parceiros. Até gigantes como a IBM, que faturou US$ 91,1 bilhões em 2005 .
Uma pequena amostra, que acabou nos tribunais, você pode ler aqui .
Chega a canibalizar os próprios distribuidores na ânsia de lucros mais rápidos.
É com empresa assim que você faz negócios?
Agora acena com acordos de paz para empresas que operam com software livre e linux.
No mundo do software livre, as empresas que usam e fazem negócios precisam um nível de confiança para continuar.
Porque você pode ESCOLHER o parceiro de negócios.
A licença livre força um nível de honestidade nos negócios, por viabilizar a econômica troca de parceiro em caso de insatisfação.
Você precisa ler o citado artigo de acordos de paz e também os COMENTÁRIOS ao artigo, que são igualmente esclarecedores e de muito bom nível de contribuição em sua maioria. Poderá compreender um pouco mais de como se pode fazer negócios com software livre e Linux.
Sua empresa vai ficar de fora dessa oportunidade?
Teoria da conspiração?
Novos fatos no caso SCO X IBM trazem um pouco mais de luz sobre as obscuras manobras da Microsoft.
O que antes alguns diziam ser uma fantasiosa teoria da conspiração, vai sendo substanciado judicialmente.
Leia e pense: quem vai controlar seu fluxo de caixa?
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